Em uma série de quatro
entrevistas, a Globo News conversou com os ex-presidentes Sarney, Collor,
Itamar e Fernando Henrique. Basicamente formulando as mesmas perguntas, o
jornalista conduz as quatro entrevistas sem questionamentos ou levantamento de
polêmicas. Mesmo assim, é possível em poucos minutos perceber certas características
básicas e comuns entre a maioria deles, como, por exemplo, uma certa tendência
a não assumir que determinadas decisões tenham partido deles, mas que eles
teriam sido levados pela força das circunstâncias. Tal situação fica muito
clara quando Sarney, Collor e Itamar tentam explicar por que teriam voltado
para a política após seus mandatos como presidente, assim como também
transparece na
Este blog tem por objetivo comentar a história humana de maneira simples, a fim que seja possível uma análise dos fatos históricos de forma democrática, ou seja, de maneira acessível a todos. Assim imaginamos estar favorecendo um dos objetivos primordiais da própria história: o de proporcionar à humanidade os meios necessários para o desenvolvimento do raciocínio crítico e, consequentemente, uma melhor percepção da realidade atual.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
FERNANDO COLLOR DE MELO - SUA VERSÃO DOS FATOS (EM VÍDEO)
Tanto a surpreendente eleição, quanto o governo meteórico de Fernando Collor, incluindo sua saída da presidência através de um processo de impeachment, fizeram dele uma figura importante e imprescindível de ser estudada referente ao período da Nova República.
Seu temperamento explosivo, capaz de inflamar e conquistar as multidões ansiosas por um governo de pulso firme que solucionasse a crise em que o país vivia, tiveram seu contraponto mais expressivo no silêncio e na altivez demonstradas por ele quando da sua saída do Palácio do Planalto em 1992.
Collor passou de potencial salvador da pátria à persona non grata, num jogo de interesses que envolveu vários setores da sociedade civil e que confirmou a habilidade política dos que estavam no poder, que viram na mobilização social uma forma de fortalecer a imagem dos políticos e das instituições brasileiras e, ao mesmo tempo, de iniciarem uma nova dança das cadeiras pelas disputas internas por cargos no governo.
20 anos depois de sua eleição, Fernando Collor dá a sua versão dos fatos em uma entrevista à Globo News.
Seu temperamento explosivo, capaz de inflamar e conquistar as multidões ansiosas por um governo de pulso firme que solucionasse a crise em que o país vivia, tiveram seu contraponto mais expressivo no silêncio e na altivez demonstradas por ele quando da sua saída do Palácio do Planalto em 1992.
Collor passou de potencial salvador da pátria à persona non grata, num jogo de interesses que envolveu vários setores da sociedade civil e que confirmou a habilidade política dos que estavam no poder, que viram na mobilização social uma forma de fortalecer a imagem dos políticos e das instituições brasileiras e, ao mesmo tempo, de iniciarem uma nova dança das cadeiras pelas disputas internas por cargos no governo.
20 anos depois de sua eleição, Fernando Collor dá a sua versão dos fatos em uma entrevista à Globo News.
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